GUIA DO CONSULTORLIBERTA SOLUÇÕES
MATERIAL DE REFERÊNCIA
CRÉDITO
EMPRESARIAL
Sua experiência pode abrir o próximo capítulo de uma empresa.
Seja a conexão entre empresas e novas possibilidades.
Reestruturação de dívidas · Captação de crédito
02 · FORMAÇÃO E OPORTUNIDADE
Sua experiência. Seu próximo nível.
Da reabilitação de crédito à consultoria empresarial. Você já acumulou conhecimento ao trabalhar com reabilitação de crédito. Aprendeu a ouvir, reconhecer dificuldades e buscar caminhos — essa experiência é a base para ampliar sua atuação.
Duas necessidades. Uma relação de confiança.
01
Resolver dívidas
Reorganizar compromissos. Recuperar o fôlego do caixa.
02
Conseguir crédito
Buscar os recursos certos. Abrir espaço para crescer.
É para isso que as pessoas procuram você.
A Liberta Soluções conecta sua experiência ao acesso a mais de 100 bancos e à preparação para atuar como um consultor empresarial de ponta.
EM BREVE · FORMAÇÃO PARA CONSULTORES EMPRESARIAIS
03 · OPORTUNIDADE
Prepare-se para 2027.
Empresas sob pressão financeira precisam de direção.
EMPRESAS INADIMPLENTES
9,2 milhões
Brasil · julho de 2026
R$ 238,6 bilhões
em dívidas inadimplidas no mesmo levantamento.
Fonte: Serasa Experian · 01/09/2026
A PROCURA POR CRÉDITO TAMBÉM CRESCEU
Variação em 12 meses até junho de 2026, por setor.
Serviços14.0%
Agropecuária13.0%
Indústria7.5%
Comércio5.3%
Barras partem de zero. Serasa Experian · 18/08/2026
Uma oportunidade de atuação
A Liberta vê em 2027 uma oportunidade para apoiar empresas com dívidas acumuladas e pouco fôlego de caixa: reestruturação e captação de crédito especializado. Essas operações exigem diagnóstico e não estão disponíveis em qualquer banco.
A aprovação depende da análise do financiador. A perspectiva para 2027 não é uma previsão comprovada de demanda recorde.
04 · MÉTODO DE ATENDIMENTO
O atendimento começa pelo diagnóstico.
Primeiro, entenda a situação. Depois, escolha o caminho.
ANTES DO ATENDIMENTO DE CRÉDITO
Faça a Perícia de Crédito.
periciadecredito.com.br · Contato: 619998703857
Etapa inicial deste método. Não substitui a análise do financiador nem garante aprovação.
1Leia a perícia
Com autorização do cliente, examine o diagnóstico e as pendências.
2Qualifique o pedido
Crédito de R$ 100 mil ou mais? Não é MEI? Confirme a finalidade e o prazo.
3Mapeie as garantias
Além do caixa, levante avalistas, bens, recebíveis e aplicações disponíveis.
4Calcule o que cabe
Quanto sobra após despesas e parcelas atuais?
5Escolha a solução
Compare linhas e exigências de garantia, inclusive no capital de giro.
6Organize e envie
Reúna os documentos e encaminhe com ciência do cliente.
7Explique a proposta
Valor líquido, custo total, prazo, parcela, garantia e seu serviço.
8Acompanhe
Confira assinatura e liberação; acompanhe caixa e pagamentos.
05 · CHECKLIST DE DOCUMENTOS
Documentos que dão clareza.
Nas fichas, “Base PJ” e “Base PF” remetem a esta página.
Uma base organizada evita retrabalho.
Enquadramento Liberta: crédito a partir de R$ 100 mil; MEIs não são atendidos. A documentação final depende da instituição.
BASE PJ · CADASTRO
CNPJ, contrato social e alterações. Identificação dos sócios e representantes. Confirme que a empresa não é MEI.
BASE PJ · FINANCEIRO
Faturamento, extratos, balanço e DRE (receitas, despesas e resultado). Contas a pagar, receber e dívidas atuais.
BASE PF · PESSOA FÍSICA
Identidade, CPF, renda e endereço. Estado civil e documentos do cônjuge, quando solicitados.
COMPLEMENTOS DA OPERAÇÃO
Bem: propriedade e avaliação. Recebível: venda e entrega. Dívida: contrato e saldo atualizado.
GARANTIAS: VERIFIQUE DESDE O INÍCIO
São comuns no crédito empresarial, inclusive no capital de giro.
PESSOA GARANTIDORA
Aval ou fiança: alguém assume uma obrigação de pagamento.
BENS
Imóveis, veículos ou máquinas aceitos e vinculados à operação.
VALORES A RECEBER
Recebíveis e aplicações podem ser vinculados ao crédito.
Sem imóvel em garantia não significa sem aval. A exigência varia por linha e análise; patrimônio não substitui capacidade de pagamento.
Fontes: Itaú · Santander · BNDES
06–20 · CATÁLOGO DE SOLUÇÕES
Trinta soluções, uma lógica só.
O consultor não precisa decorar produtos: precisa saber qual problema cada linha resolve e quais documentos tornam o caso analisável. Navegue pelos quinze grupos abaixo.
06
Dinheiro para o dia a dia
Capital de giro e antecipação
Empréstimo parcelado para estoque, fornecedores e outras despesas. Pode exigir aval, recebíveis, aplicações ou bens em garantia, conforme a análise.
Caixa e garantias→Análise e liberação→Pagamento em parcelas
Na práticaUma loja busca R$ 200 mil para reforçar o estoque antes das vendas de fim de ano.
AtençãoNão prometa giro sem garantia. O caixa precisa suportar a parcela, mesmo com patrimônio disponível.
Fontes 1, 2
02 / 30
Antecipação de recebíveis
Transformar vendas a prazo em dinheiro hoje, descontando os custos da operação.
Venda a prazo→Antecipação com custo→Dinheiro hoje
Na práticaUma clínica avalia antecipar R$ 150 mil de vendas no cartão para pagar fornecedores.
AtençãoEsse dinheiro fará falta no recebimento futuro. Confira quem responde por atrasos ou cancelamentos.
Fontes 3, 4
07
Compras e pequenos intervalos
Cartão empresarial e limites de conta
03 / 30
Cartão de crédito empresarial
Cartão com limite e fatura para organizar as despesas da empresa.
Compra empresarial→Fatura no vencimento→Pagamento da fatura
Na práticaUma agência busca limite de R$ 100 mil para compras e viagens, com pagamento planejado da fatura.
AtençãoPlaneje o pagamento integral. Atrasar ou financiar a fatura pode custar caro; confira anuidade e encargos.
Fontes 5
04 / 30
Conta garantida e cheque especial empresarial
Limites para cobrir falta de caixa. No cheque especial, o uso costuma ocorrer ao faltar saldo; a conta garantida tem regras próprias de movimentação.
Falta saldo por dias→Uso do limite→Entrada recompõe caixa
Na práticaUma distribuidora precisa de R$ 150 mil por poucos dias, até receber de seus clientes.
AtençãoDefina a entrada que quitará o uso. Não conte com renovação automática nem use como receita permanente.
Fontes 6, 7
08
Limites e vendas a prazo
Crédito rotativo e duplicatas
05 / 30
Crédito rotativo empresarial
Linha reutilizável: a empresa usa, paga e pode usar novamente o limite recomposto, durante a vigência.
Utiliza o limite→Paga o saldo usado→Pode usar novamente
Na práticaUma distribuidora avalia um limite de R$ 300 mil para acompanhar seu ciclo de compras e vendas.
AtençãoPagar apenas juros pode manter a dívida intacta. Conta garantida e cheque especial são exemplos dessa lógica.
Fontes 6, 7
06 / 30
Desconto de duplicatas
Antecipação de uma venda ou serviço a prazo representado por duplicata. A empresa recebe o valor já descontado dos custos.
Venda comprovada→Desconto da duplicata→Cliente paga o título
Na práticaUma distribuidora avalia antecipar R$ 200 mil em duplicatas de mercadorias já entregues.
AtençãoBoleto sozinho não comprova venda. A empresa pode continuar responsável se o comprador não pagar.
Fontes 4, 8
09
Comprar para avançar
Financiamentos de veículos e imóveis
07 / 30
Financiamento de veículos · PF e PJ
Crédito para comprar veículo e pagar em parcelas. O próprio bem costuma garantir a operação.
Escolha do veículo→Entrada + financiamento→Pagamento das parcelas
Na práticaUma empresa de entregas pretende financiar R$ 250 mil para ampliar sua frota.
AtençãoSome parcela, seguro, combustível e manutenção. Na inadimplência, o veículo pode ser perdido.
Fontes 9, 10
08 / 30
Financiamento imobiliário · PF e PJ
Crédito para comprar imóvel. São analisados comprador, vendedor e documentação do bem.
Análise da compra→Contrato e registro→Pagamento ao vendedor
Na práticaUma indústria avalia financiar R$ 800 mil para comprar o galpão onde funciona.
AtençãoReserve entrada e custos de compra. Compare juros, atualização do saldo, seguros e registro; o imóvel fica em risco.
Fontes 10
10
Reorganizar para respirar
Reestruturação, refinanciamento e reperfilamento
09 / 30
Reestruturação de dívidas
Reorganizar o conjunto de dívidas para criar um plano que a empresa consiga cumprir. Pode incluir negociação e mudanças na gestão.
Mapa das dívidas→Plano e negociação→Acordos e acompanhamento
Na práticaUma rede de restaurantes reorganiza R$ 600 mil em dívidas para adequar as parcelas ao caixa.
AtençãoAlongar prazos ajuda apenas se o plano for sustentável. Desconto e novo crédito dependem de negociação e análise.
Fontes 12, 13
10 / 30
Refinanciamento e reperfilamento
Refinanciamento reorganiza uma dívida por nova contratação; reperfilamento ajusta prazos, vencimentos ou forma de pagar.
Contrato atual→Nova condição→Novo calendário
Na práticaUma transportadora avalia novas condições para uma dívida de R$ 400 mil.
AtençãoParcela menor pode aumentar o custo total. Confira a liquidação da dívida anterior e as novas garantias.
Fontes 12, 13
11
Patrimônio como garantia
Veículos e imóveis próprios
11 / 30
Empréstimo com garantia de veículo
Empréstimo usando um veículo já pertencente ao cliente como garantia. Não é financiamento para comprar outro veículo.
Veículo próprio→Análise e garantia→Crédito + parcelas
Na práticaUma prestadora avalia captar R$ 120 mil usando um veículo próprio aceito como garantia.
AtençãoIdade, estado e pendências do bem influenciam a aceitação. A falta de pagamento pode levar à perda do veículo.
Fontes 10
12 / 30
Home equity · garantia de imóvel
Empréstimo com imóvel em garantia, normalmente chamado de home equity. O cliente continua proprietário, com o bem vinculado à dívida.
Imóvel elegível→Análise e registro→Crédito + parcelas
Na práticaUma empresária avalia captar R$ 500 mil com um imóvel em garantia para expandir o negócio.
AtençãoA garantia não substitui a análise de caixa. A inadimplência pode causar a perda do imóvel.
Fontes 10, 15
12
Produção e recebíveis
Equipamentos e limite com cessão
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Financiamento de máquinas e equipamentos
Crédito destinado à compra de máquinas e equipamentos, com pagamento ao longo do contrato.
Equipamento definido→Crédito aprovado→Compra e pagamento
Na práticaUma padaria avalia financiar R$ 300 mil em equipamentos para ampliar a produção.
AtençãoCompare o ganho esperado com parcela, instalação e manutenção. Linhas BNDES/Finame têm critérios próprios de elegibilidade.
Fontes 9, 16
14 / 30
Conta garantida com cessão de recebíveis
Limite de conta garantida apoiado em valores que a empresa tem a receber. Esses recebíveis ficam vinculados à operação.
Recebíveis elegíveis→Vinculação em garantia→Limite de crédito
Na práticaUma distribuidora busca limite de R$ 250 mil com recebíveis vinculados em garantia.
AtençãoO banco pode exigir substituição de títulos e controle dos recebimentos. A garantia pode reduzir o caixa livre disponível.
Fontes 6, 7
13
Duas formas de apoiar o caixa
Conta com imóvel e desconto de cheques
15 / 30
Conta garantida com imóvel
Limite de conta garantida que utiliza um imóvel como garantia, conforme o produto oferecido pelo banco.
Imóvel elegível→Constituição da garantia→Limite para a empresa
Na práticaUma indústria avalia limite de R$ 400 mil apoiado em um galpão elegível como garantia.
AtençãoNão confunda com home equity parcelado. Confira prazo do limite e execução da garantia; o imóvel pode ser perdido.
Fontes 2, 6, 7
16 / 30
Desconto de cheques
Receber antecipadamente o valor de cheques aceitos pela instituição, com desconto dos custos.
Cheque aceito→Desconto dos custos→Dinheiro antecipado
Na práticaUma loja de móveis avalia antecipar uma carteira de R$ 150 mil em cheques de compradores.
AtençãoCheque devolvido pode gerar cobrança da empresa. Mesmo combinado para data futura, o cheque é pagável à vista pela lei.
Fontes 17, 18
14
Crédito no ritmo do campo
Financiamento rural e CPR
Financiamento da atividade rural: pode cobrir custeio da produção, investimentos e comercialização, conforme a linha.
Plano de produção→Crédito para a atividade→Pagamento no ciclo rural
Na práticaUm produtor busca R$ 500 mil para sementes e insumos antes de receber pela safra.
AtençãoO prazo deve acompanhar a produção. Elegibilidade, aplicação dos recursos e documentação variam por linha.
Fontes 2, 19
18 / 30
CPR · Cédula de Produto Rural
A CPR, Cédula de Produto Rural, registra uma obrigação ligada à produção rural. Pode prever entrega de produto ou pagamento financeiro.
Produção rural→Emissão da CPR→Entrega ou liquidação
Na práticaUm produtor de soja avalia estruturar uma CPR de R$ 700 mil antes da colheita.
AtençãoConfira quantidade, qualidade, preço ou critério de cálculo, vencimento e forma de liquidação. Não é sempre empréstimo bancário.
Fontes 20
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Financiar compras e vendas
Compror, risco sacado e vendor
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Compror e risco sacado
No compror, o financiamento apoia a compra e o pagamento ao fornecedor. No risco sacado, o fornecedor pode antecipar valores com base no comprador.
Compra documentada→Estrutura com financiador→Pagamento contratado
Na práticaUma rede varejista avalia estruturar R$ 1 milhão em compras e pagamentos a fornecedores.
AtençãoSão estruturas próximas, não idênticas. “Risco casado” não identifica sozinho o contrato; confirme se a referência é risco sacado.
Fontes 22, 23
20 / 30
Vendor · financiamento ao comprador
Financiamento da venda organizado com participação do fornecedor: ele recebe e o comprador paga ao financiador, conforme o contrato.
Venda financiada→Fornecedor recebe→Comprador paga
Na práticaUma fábrica organiza financiamento de R$ 300 mil para a compra de equipamentos por um cliente.
AtençãoO vendedor pode assumir garantia ou responsabilidade pelo pagamento. Verifique quem deve, quem recebe e quem garante.
Fontes 22, 23
16
Exportar e investir
ACC/ACE e projetos de longo prazo
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ACC e ACE · exportação
Adiantamentos ligados à exportação: ACC antes do embarque ou prestação do serviço; ACE após, conforme a operação e as regras aplicáveis.
ACC: antes da exportação→ACE: após a exportação
Na práticaUma exportadora avalia ACC de R$ 800 mil para preparar um lote de café vendido ao exterior.
AtençãoPrazo, câmbio e efetiva exportação importam. O recebimento esperado precisa estar alinhado à liquidação da operação.
Fontes 24, 25
22 / 30
Projetos e investimentos de longo prazo
Crédito para expansão ou projetos que levam mais tempo para gerar retorno. Project finance se apoia principalmente no caixa do próprio projeto.
Projeto viável→Estrutura de recursos→Execução e retorno
Na práticaUma empresa estrutura captação de R$ 5 milhões para implantar uma usina solar.
AtençãoNem todo investimento de longo prazo é project finance. Atrasos e receitas menores precisam entrar na análise.
Fontes 16, 26
17
Desenhar a operação
Outras garantias e estruturas combinadas
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Empréstimos diversos · outras garantias
Empréstimos apoiados em outras garantias aceitas pelo financiador, como aplicações financeiras, aval ou bens específicos.
Garantia identificada→Análise da operação→Liberação e pagamento
Na práticaUma empresa avalia um empréstimo de R$ 200 mil com uma aplicação financeira em garantia.
AtençãoA garantia pode ficar bloqueada ou ser executada. Ter patrimônio não garante aprovação nem dispensa capacidade de pagar.
Fontes 1, 7, 10
24 / 30
Operações estruturadas
Combinação de linhas, garantias, empresas do grupo e fontes de recursos para resolver uma necessidade mais complexa.
Empresas e garantias→Estrutura sob medida→Formalização e execução
Na práticaUm grupo avalia captar R$ 3 milhões combinando empresas, garantias e fontes de recursos.
AtençãoGarantias entre empresas podem transferir riscos. Exige análise financeira, jurídica e contábil dos envolvidos.
Fontes 26, 27
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Ampliar as fontes de recursos
Mercado de capitais e Bankme
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Fundos e mercado de capitais
Alternativas para captar recursos de investidores, como vender recebíveis a um FIDC ou emitir títulos. FIDC é um fundo que investe em direitos de recebimento.
Recebíveis ou projeto→Análise por investidores→Captação de recursos
Na práticaUma distribuidora avalia ceder R$ 2 milhões em recebíveis a um FIDC para financiar sua operação.
AtençãoNão é todo fundo que financia empresas. Custos, porte mínimo, obrigações e riscos dependem da estrutura.
Fontes 28, 29
26 / 30
Bankme · “Meu Banco”
Bankme é uma marca de soluções para estruturar e operar crédito privado. “Meu Banco” é uma expressão comercial; não significa autorização para abrir um banco.
Carteira de clientes→Estrutura de crédito→Operação e gestão
Na práticaUma distribuidora avalia uma estrutura de crédito para uma carteira de R$ 5 milhões em vendas.
AtençãoConfirme quem fornece recursos, concede o crédito, assume o risco e opera cada serviço. Não equivale a crédito automático.
Fontes 30
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Gerar caixa mantendo o uso
Sale and leaseback e rental back
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Sale and leaseback
No sale and leaseback, a empresa vende um bem e passa a utilizá-lo por arrendamento mercantil, conforme a estrutura contratada.
Venda do bem→Arrendamento mercantil→Uso com pagamentos
Na práticaUma indústria avalia vender um equipamento de R$ 600 mil e continuar usando-o por arrendamento.
AtençãoA propriedade é transferida. Opção de compra, custos e contabilização precisam ser examinados no contrato.
Fontes 31, 32
28 / 30
Rental back · máquinas e equipamentos
Venda de máquinas ou equipamentos com locação para continuar usando-os. A empresa recebe pela venda e passa a pagar aluguel.
Venda do equipamento→Contrato de locação→Uso mediante aluguel
Na práticaUma fábrica avalia vender máquinas por R$ 500 mil e alugá-las para manter a produção.
AtençãoÉ venda com aluguel; não presuma arrendamento mercantil. Recompra, manutenção e reajustes dependem do contrato.
Fontes 31, 32
20
Entender antes de contratar
HomeCash e Consorequity
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HomeCash · venda de imóvel
Nesta lista, HomeCash significa venda de imóvel para gerar recursos. O nome comercial, sozinho, não confirma condições nem serviços adicionais.
Imóvel à venda→Compra e transferência→Recursos da venda
Na práticaUma empresa avalia vender um imóvel de R$ 900 mil sem uso para reorganizar suas dívidas.
AtençãoVender transfere a propriedade. Permanência por aluguel e recompra só existem se contratadas; confirme o fornecedor e a proposta.
Fontes 31
Nome comercial usado para estruturas diferentes: pode envolver consórcio, imóvel ou combinação de instrumentos. É preciso identificar a oferta concreta.
Identificar a proposta→Conferir o mecanismo→Avaliar custos e prazo
Na práticaUm empresário recebe uma proposta de R$ 600 mil e verifica o mecanismo antes de contratar.
AtençãoConfirme mecanismo, custos e liberação. Se houver consórcio, não prometa contemplação imediata nem dinheiro de uso livre.
Fontes 31, 34, 36
21 · MAPA DE DECISÃO
Escolha pelo problema do cliente.
O nome da operação vem depois do diagnóstico.
O que a empresa precisa resolver?
PARCELAS PESADAS
Reestruturação e reperfilamento
VENDEU E NÃO RECEBEU
Antecipação e desconto
COMPRAR OU INVESTIR
Financiamento e projetos
APOIAR O CAIXA
Giro e limites compatíveis
TRÊS CAMINHOS QUE NÃO SÃO IGUAIS

Antecipar
Usa um recebimento que viria depois.

Dar em garantia
Assume dívida e vincula patrimônio.

Vender um bem
Transfere a propriedade para gerar recursos.
23 · LIBERTA SOLUÇÕES · CONHECIMENTO QUE ABRE CAMINHOS
O próximo passo de uma empresa pode começar com a sua orientação.
Conhecimento para entender. Direção para agir. Parceria para crescer.